Da mesma dor
A jovem
princesa
Chorava de
mal de amor
Um velho
poeta
Secando
seu pranto falou
Sorria pequena
Também já
sofri dessa dor
Sem
piedade Cupido
Esse louco
Deus menino
Está
sempre com a vida a brincar
Hão de vir
outros amores
Trazendo
espinhos e flores
Pra de
novo sorrir e chorar
Primeiro é
doce é mel
Depois
amarga igual fel
De corpo e
alma a gente padece
Ingratos
que somos de Deus se esquece
Recomeçar
sei que é difícil
Porém nada
é impossível
Num cartão
vermelho pro falso pudor
Quem sabe
podemos juntar nossa dor.//
Música 11821, M.Bozza/R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário