Mordaça
Se meu
fusquinha falasse
Teria
histórias pra contar
Loucas
inimagináveis
Difíceis
de acreditar
Coisas pra
um falso beato
Encher a
boca e condenar
No banco
da frente um amasso
Para
atiçar a fogueira
De rosto
ao volante colado
Outra
sutil brincadeira
Depois no
banco de trás
Ia-se às
vias de fato
Sem
fronteira o pecado
Com gosto
de quero mais
Se o
fusquinha entregasse
Os meus
deslizes sem fim
Pra que os
segredos calasse
Teria que
ser assim
Sem pena o
pobre coitado
Ia viver
amordaçado.//
Música 11.828, R.Bozza.
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