A mão do tempo
Ontem
Dei um
pulinho ao passado
Errei
Não devia
ter voltado
Sem cor
Nossa
casinha branca
Que juntos
a gente pintou
Lembrei
De uma
rede na varanda
Que esse
poeta trançou
A lua no
céu estrelado
Mais de
uma vez escutou
Dois
juramentos sagrados
Que a
inveja do povo quebrou
Deu dó
Pelo
quintal assolado
Uma
roseira sem flor
De nós
Daquele
sonho encantado
Da nossa
história de amor
Hoje não
resta mais nada
Tudo a mão
do tempo levou.//
Música 11856, R.Bozza.
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