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quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

A mão do tempo, nº 11856

 

A mão do tempo

Ontem

Dei um pulinho ao passado

Errei

Não devia ter voltado

 

Sem cor

Nossa casinha branca

Que juntos a gente pintou

Lembrei 

De uma rede na varanda

Que esse poeta trançou

 

A lua no céu estrelado

Mais de uma vez escutou

Dois juramentos sagrados

Que a inveja do povo quebrou

 

Deu dó

Pelo quintal assolado

Uma roseira sem flor

De nós

Daquele sonho encantado

Da nossa história de amor

 

Hoje não resta mais nada

Tudo a mão do tempo levou.//

Música 11856, R.Bozza.

 

 

 

 

 

 

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