Pesquisar este blog

sábado, 26 de dezembro de 2020

Crueza, 11897

 

Crueza  

Vinte e quatro de junho

Que madrugada tão fria

No portão entre mil juras

O amor eu e Rosinha

 

Lá vai meu balão

Sorrindo apressado

No vento montado

Sem medo da escuridão

Subindo sumindo

Entre as nuvens no céu

 

Lá vai meu balão

Como eu inflamado 

Já perto dos astros

Bem longe do chão

 

Vinte e quatro de junho

Que madrugada tão fria

No portão negando as juras

Com rancor eu e Rosinha

 

Lá vem meu balão

Chorando coitado

Quase apagado 

Com medo da escuridão

Caindo surgindo

Entre as nuvens no céu

 

Lá vem meu balão

Como eu desolado  

 Distante dos astros

Pertinho do chão.//

Música 11897, R.Bozza.

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário