Crueza
Vinte e
quatro de junho
Que
madrugada tão fria
No portão
entre mil juras
O amor eu
e Rosinha
Lá vai meu
balão
Sorrindo
apressado
No vento
montado
Sem medo
da escuridão
Subindo
sumindo
Entre as
nuvens no céu
Lá vai meu
balão
Como eu
inflamado
Já perto
dos astros
Bem longe
do chão
Vinte e
quatro de junho
Que
madrugada tão fria
No portão
negando as juras
Com rancor
eu e Rosinha
Lá vem meu
balão
Chorando
coitado
Quase
apagado
Com medo
da escuridão
Caindo
surgindo
Entre as
nuvens no céu
Lá vem meu
balão
Como eu
desolado
Distante
dos astros
Pertinho
do chão.//
Música 11897, R.Bozza.
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