Desilusão
Sem um motivo qualquer, essa
ingrata mulher
Num golpe certeiro, abriu em
dois o meu peito
Deixando em pedaços meu
coração
Quase me mata de desilusão
Agora ela vem novamente,
traiçoeira envolvente Sutil insinuante, com as mesmas armas de antes
Os seios, o rosto as curvas
do corpo
O vão das coxas, o beijo
quente a fala rouca
Acontece, que nesse tempo
passado
Fiquei diplomado, nas
armadilhas do amor
Hoje sou eu, quem joga com
cartas marcadas
Hoje sou eu, quem planta em
seu peito uma dor.//
Música 7964, R.Bozza.
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