Devaneios
Poeta eu
fui poeta eu sou
Dom que me
deu o bom Deus
Pro mundo
mal enfrentar
Paizão
ontem fui paizão já não sou
Pena poeta
pra vida perdeu
Cante que
é pra não chorar
Às vezes
me pego pensando
Tivera eu
Um paizão
Grudento
assim
A dar mil presentes
Sabendo
como agradar
De Leve
castigo
Se preciso
pra ensinar
Às vezes
me pego cismando
Quanto
valor teria pra mim
Com toda
certeza
Faria pra
ele
Sublimes
poemas
De uma
doçura sem fim
Sem
qualquer talvez
Sem
qualquer porém
Sem
qualquer senão
Traria
esse cara trancado
A sete
chaves
No meu
coração.//
Música 12.231, R.Bozza.
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