Bala
e chiclete
Num trem da Central ele vem
Vendendo chiclete e bala
Trazendo no peito a mala
Repleta de dor e mágoa
Bagagem que ninguém quer
Nem saber nem saber
Mas quando Deus se importar
Do céu as trombetas soar
Aos pés desse João Ninguém
Até reis vão se ajoelhar
Clamar clemência
Clamar clemência
Mas quem é ele afinal
Triste esquecido num trem
Ele é o Bem é o Mal o Juízo final
Que já vem que já vem que já vem
Por isso cuidado amigo a hora é de pensar bem
De graça e de castigo te cuida que ele já vem
Te guarda que ele já vem
Te benze que ele já vem.//
Música 339, R.Bozza.
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