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domingo, 26 de setembro de 2010

Insônia, Nº 289

Insônia

Quantas vezes chorou quantas disse adeus
Nas vezes que partiu antes me advertiu
Que não ia voltar e voltou
Dessa vez não chorou não me disse adeus
Simplesmente partiu nem me advertiu
Ta difícil aguentar tanta dor

Dessa vez ela foi de verdade
Dessa vez meu amor eu perdi
No meu peito remorso e saudade
A moer não me deixam dormir
Ah que noite medonha de insônia
Uma angústia que nunca senti

Pelo céu a manhã clareando
Na vidraça a quebrar
Os pardais cantam anunciando
Que o Sol vai raiar

Amanhã se a insônia insistir
Em ficar ao meu lado
Pro meu sono de novo impedir
Eu já sei o que vou fazer
Deitar abraçado àquele retrato
Que ela fingiu esquecer.//

Música 289, R.Bozza.







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