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domingo, 13 de maio de 2018

O Destino, o amor e as rosas Nº 2312

O destino, o amor e as rosas


O destino joga, o destino brinca
Ele dá e toma, como um Deus menino
Feito um rei demente
Não respeita regras, une depois separa
Mente trapaceia, faz o que bem quer
Da vida sofrida, da gente

Da florista chegam rosas
Brancas vermelhas, azuis amarelas
Por um erro de endereço, a farsa foi descoberta 
Chorei do travesseiro inundar
Vejam só quanta ironia, meu marido me traía
Com a dona do terceiro andar

Por causa do veneno dessa cobra 
Meu peito, ainda não cicatrizou
Hoje, eu odeio as rosas
E tenho medo do amor.//

Música 2312, R.Bozza.



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