O destino, o amor e as rosas
O destino joga, o destino brinca
Ele dá e toma, como um Deus menino
Feito um rei demente
Não respeita regras, une depois separa
Mente trapaceia, faz o que bem quer
Da vida sofrida, da gente
Da florista chegam rosas
Brancas vermelhas, azuis amarelas
Por um erro de endereço, a farsa foi descoberta
Chorei do travesseiro inundar
Chorei do travesseiro inundar
Vejam só quanta ironia, meu marido me traía
Com a dona do terceiro andar
Por causa do veneno dessa cobra
Meu peito, ainda não cicatrizou
Hoje, eu odeio as rosas
E tenho medo do amor.//
Música 2312, R.Bozza.
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