Nunca mais
Certa
noite de seresta boemia
De
tristeza nostalgia
Busquei
refúgio
Na mesa de
um bar
Nessa
noite solitário em minha mesa
Por
consolo a cerveja
Com um
gosto de aguardente
Tão amarga
de tragar
De tanto
Engolir
sem querer
De tanto
Pensar em você
Eis que
aparece cupido
Decerto
compadecido
Dessa
amargura sem fim
Afirmando
o Deus menino
Que já
mandara o destino
Trazer
outra flor para mim
Só
aumentou a tristeza
Eu
debrucei sobre a mesa
Entre
soluços de dor
Depois que
Rosa foi embora
Meu
coração pede implora
Que não
aceite outro amor.//
Música 3999, R.Bozza.
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