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sábado, 26 de maio de 2018

Nunca mais, Nº 3999


Nunca mais

Certa noite de seresta boemia
De tristeza nostalgia
Busquei refúgio
Na mesa de um bar

Nessa noite solitário em minha mesa
Por consolo a cerveja
Com um gosto de aguardente
Tão amarga de tragar

De tanto
Engolir sem querer
De tanto
Pensar em você

Eis que aparece cupido
Decerto compadecido
Dessa amargura sem fim
Afirmando o Deus menino
Que já mandara o destino
Trazer outra flor para mim

Só aumentou a tristeza
Eu debrucei sobre a mesa
Entre soluços de dor
Depois que Rosa foi embora
Meu coração pede implora
Que não aceite outro amor.//
Música 3999, R.Bozza.

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