Medo
Eu vou espantando, a maldade alheia
Desanuviando, o véu da tristeza
Vou desabafando, a minha incerteza
Todo desencanto, da vida a crueza
Cruel desalento
No mel da cerveja
Nosso desacerto
Batuco na mesa
Eu quebro o quebranto, rezando em silêncio
Em preces ao santo, contando um segredo
Falando da gente
Pedindo pra ele, que abra meu peito
E de dentro dele, arranque o medo
De amar novamente.//
Música 8204, R.Bozza.
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