Oferenda
Na beira do mar, de mãe Iemanjá
Com fé eu pedia
Pra Santa ajudar e eu deixasse de amar
Quem não me queria
Juntei seus retratos, aos poucos guardados
Que não devolvi e
A Ela ofertei, ao mar empurrei
Num barco de vime
Ali naquela praia, ao som da maré cheia
Com ares de sereia, ela me enfeitiçou
Ali naquela praia, à luz de lua inteira
Com ar de feiticeira, ela me abandonou
Enquanto o barquinho, na noite sumia
Maldisse a sorte
O pranto correndo, no peito batendo
O sopro da morte
Sem as lembranças que eu tinha
A vida seria ainda mais triste
Como ainda crer no amor
Se sem ela o amor, para mim não existe
Não sei se a mando da Santa, não sei se ordem de Deus
Só sei que o mar devolveu, o meu barquinho de vime.//
Na beira do mar, de mãe Iemanjá
Com fé eu pedia
Pra Santa ajudar e eu deixasse de amar
Quem não me queria
Juntei seus retratos, aos poucos guardados
Que não devolvi e
A Ela ofertei, ao mar empurrei
Num barco de vime
Ali naquela praia, ao som da maré cheia
Com ares de sereia, ela me enfeitiçou
Ali naquela praia, à luz de lua inteira
Com ar de feiticeira, ela me abandonou
Enquanto o barquinho, na noite sumia
Maldisse a sorte
O pranto correndo, no peito batendo
O sopro da morte
Sem as lembranças que eu tinha
A vida seria ainda mais triste
Como ainda crer no amor
Se sem ela o amor, para mim não existe
Não sei se a mando da Santa, não sei se ordem de Deus
Só sei que o mar devolveu, o meu barquinho de vime.//
Música 532, R.Bozza.
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