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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Morrendo de amor, nº 48


Morrendo de amor

O tempo foi passando, lentamente
Hoje talvez nem lembre mais de mim
A língua alheia separou a gente
A vida não perdoa é mesmo assim

Sofri, o fel do desamor
Na farpa da desilusão
Chorei, as mágoas do amor
Tudo que resta é solidão

Enquanto me esquecia, lealmente
Sempre esperei você voltar aqui
Agora sem você literalmente
Eu vejo aproximar-se o meu fim

Sofri, o fel do desamor
Na farpa da desilusão
Chorei, as mágoas do amor
Tudo que resta é solidão.//

Música 48, R.Bozza.


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