Escravo
da carne
Vai ser tão forte, a força do meu pensamento
Que dando vida, às cordas do meu violão
Seu som será, tão triste quase um lamento
Um desabafo, muito mais quem uma canção
Vencendo o espaço, muito além do firmamento
Na minha fé, não vou temer a escuridão
Pois não há trevas, pra quem traz dentro do peito
A tua luz, iluminando o coração
Se não te vejo é porque ainda estou cego
Escravo dessa carne minha maldição
Vou cantar-te nos meus versos, nos confins dos
universos
Te chamar clamar orar, buscar por tua mão
E não me importo de esperar eternidades
Eu creio em ti esta cantiga é uma oração
Não és mito és realidade, dono de toda verdade
O caminho o amor a vida, a paz a salvação
Vai ser tão forte, a força do meu pensamento.//
Música 126, R.Bozza.
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