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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Guerra no amor, Nº 36

Guerra no amor


Meu amor do seu coração era rei, vivia a sorrir
Protegido por seus guardiões valorosos leais
De sentinela a confiança, pra ninguém o ferir
O soldado ternura velava mantendo a paz
Um dia o espião do ciúme, sentinela conseguiu enganar
Escondido no manto da mentira, cruelmente o soldado matou
Abriu os portões do castelo, pro guerreiro do ódio entrar
Expulsou o nobre rei e seu trono sem dó ocupou

Com um novo rei, em seu coração a mandar começou
Uma outra batalha no meu, contra as tropas da dor

Veio o corcel da saudade, pisou a flor da alegria
Setas de tristeza, à ave felicidade puseram um fim
As cores do caminho se apagam vão perdendo o dia
E as sombras da noite se acercam de mim
Só em seu exílio o rei amor, quase a sufocar
Bandeira branca porém o orgulho, não deixa erguer

Luta a esperança mas aos poucos, sinto agonizar

Morre também meu coração, que sem ela não sabe viver.//

Música 36, R.Bozza.


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