Guerra no amor
Meu amor do seu coração era
rei, vivia a sorrir
Protegido por seus guardiões
valorosos leais
De sentinela a confiança,
pra ninguém o ferir
O soldado ternura velava
mantendo a paz
Um dia o espião do ciúme,
sentinela conseguiu enganar
Escondido no manto da
mentira, cruelmente o soldado matou
Abriu os portões do castelo,
pro guerreiro do ódio entrar
Expulsou o nobre rei e seu
trono sem dó ocupou
Com um novo rei, em seu
coração a mandar começou
Uma outra batalha no meu,
contra as tropas da dor
Veio o corcel da saudade,
pisou a flor da alegria
Setas de tristeza, à ave
felicidade puseram um fim
As cores do caminho se
apagam vão perdendo o dia
E as sombras da noite se
acercam de mim
Só em seu exílio o rei amor,
quase a sufocar
Bandeira branca porém o
orgulho, não deixa erguer
Luta a esperança mas aos poucos, sinto agonizar
Morre também meu coração,
que sem ela não sabe viver.//
Música 36, R.Bozza.
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