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sábado, 14 de março de 2020

Certas noites de insônia, Nº 10811


Certas noites de insônia

Foi numa noite de insônia
De luar e vento frio
Enquanto o sono não vinha
Voltei aos meus vinte anos
De corpo alma e coração
Nas asas da imaginação

Em certas noites de insônia
É céu é ternura
Nos meigos braços de Sônia
É mel é loucura

Em par abriu a janela
Entrei pelo corpo dela
A incendiar de paixão
Depois da doce quimera
Deitei fiz amor com ela
Usando a palma da mão

Em certas noites de insônia
É céu é ternura
Nos meigos braços de Sônia
É mel é loucura.//

Música 10.811, R.Bozza.











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