Modernidade
Flora que adora a cidade
Viajou para o interior
Foi mas contra a vontade
Achando a ideia um horror
Sempre está interligada
Ao mundo na palma da mão
Papo de ponta de dedos
Com amigos de conexão
Gente de várias idades
De tantos credos e cores
Também de muitos lugares
Contam venturas e dores
Segredos intimidades
Venturas felicidades
Às vezes fatalidades
Olhos grudados na tela
Mensagem após mensagem
Sequer olhou na janela
As lindas raras paisagens
Que a natureza espelha
Como se fossem miragens
Flora voltou pra cidade
De novo esquecendo a janela
Refém da modernidade
Nem viu como a vida é tão bela.//
Música 10.802, R.F.Bozza / R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário