A musa
Ela pintou
na seresta
Chegou de
um modo assim
Mistério
nos olhos de gueixa
Sorrindo
um sorriso aipim
Igual a um
céu sem estrelas
Cabelos
negros cetim
Com nome
dela medito
Será de
santa ou flor
Vai ser
tremendo castigo
Se já
tiver seu amor
A moça
entrou na seresta
Numa
elegância sem fim
Cruzou sem
pudor lindas pernas
Mostrando
a calcinha carmim
Fingindo
que olhava pra outro
A musa
olhava pra mim
Deu vida à
minha vida
Quando em
minha cama deitou
Falou que
seu nome era Rita
E que
nunca teve um amor.//
Música 5563, R.Bozza.
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