Meu escudo
Essa vida
é uma cilada
Cruel
demente
Traiçoeira
Igual serpente
Tanto
adoça quanto amarga
Indiferente
A vida
sofrida da gente
Quando
adoça
Quando
acarinha
Pensando
quem sabe mereço
De corpo e
alma
Entre
sorrisos
Em preces
a Deus agradeço
Quando
amarga
Carrega ao
fundo
Por mal
que já tenha feito
Em minha
santa
O meu
escudo
Me apego
pedindo Malembe.//
Música 709, R.Bozza.
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