O chamado do cio
Braços e
pernas trançados
Nós dois
perdendo a razão
Corpos
roçando molhados
Roupas
rasgadas na mão
Naquele
sublime ato
A mando do
coração
Sem
importar o pecado
O que Deus
consente ou não
De todo
apaixonados
Sonhando a
mesma ilusão
Ao sexo do
homem
Abriu-se a
delicada flor
Deixou de
ser virgem
Em sêmen
de prazer e dor
Ficou
pequena a cama
Pra toda
aquela paixão
Com o afã
de quem ama
Fomos além
do colchão
Chegou ao
céu nossa trama
Entre as
cobertas no chão//.
Música 5749, R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário