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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Tempos de guerra, Nº 1570


Tempos de guerra

Eu briguei com ele uma briga fria
Uma briga triste uma briga feia
De palavras duras de rancor tão cheias
Como o fio da navalha
Qual a ponta do espinho
Sem perdão elas cortavam
Sem clemência elas feriam

Que nunca mais ia voltar ele jurou
Tempos de guerra passam
Quando as feridas saram
Nunca e sempre não existem no amor

Feito as dunas no deserto
Igualzinho às ondas do mar
Qualquer dia tarde ou cedo
O mundo roda o vento sopra
E tudo volta pro lugar
Tempos de guerra passam
Esse também há de passar.//

Música 1570, R.Bozza.






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