Tempos de
guerra
Eu briguei com ele uma briga fria
Uma briga triste uma briga feia
De palavras duras de rancor tão cheias
Como o fio da navalha
Qual a ponta do espinho
Sem perdão elas cortavam
Sem clemência elas feriam
Que nunca mais ia voltar ele jurou
Tempos de guerra passam
Quando as feridas saram
Nunca e sempre não existem no amor
Feito as dunas no deserto
Igualzinho às ondas do mar
Qualquer dia tarde ou cedo
O mundo roda o vento sopra
E tudo volta pro lugar
Tempos de guerra passam
Esse também há de passar.//
Música 1570, R.Bozza.
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