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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A cura, Nº 11116

A cura

Montado no vento
Rodei com o tempo
Pra muitos anos atrás
Peguei o Destino com a mão
Como se fosse um boi brabo
Dei um mergulho ao passado
Quando perdi minha paz
Em busca de louca paixão

Porém quando cheguei lá
Que é do verde dos seus olhos
Que é do negro dos cabelos
Que não cansei de sonhar
Tão sem rosa os seus lábios
Tão sem doce os seus beijos
Foi tão triste o despertar

Montei de novo no vento
Rodei pra frente com o tempo
Larguei o Destino de mão
Deixei lá atrás o passado
Meu peito havia curado
Daquela tola ilusão.//
Música 11.116, R.Bozza.









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