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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Erro fatal II, Nº 11114

Erro fatal II

Cismava o velho poeta
Dando mil tratos à bola
De quase fundir a cachola
Coitada
De tanto que é tola
Em sua santa inocência

Nem desconfia nem imagina
Que em minha noites de lua
Em cada canto da rua
Sacio meu corpo nos braços de outras

Pensava a jovem princesa
Dando mil tratos à bola
De quase fundir a cachola
Coitado
De tanto que é tolo
Em sua puta indecência

Nem desconfia nem imagina
Que em suas noites de lua
Alguém que passa na rua
Sacia meu corpo em orgias loucas

O Divino desconsolado
Com o fel das situações
Cupido deve ter errado
A dose das suas poções
Botou demais ou de menos
Dentro dos seus corações
O céu do amor a ilusão
O cio o mel da paixão.//

Música 11.110 - a, R.Bozza.















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