Espinhos
Ontem
Menina inocente
Entrando nos quinze
Tão virgem tão verde
Ingênua flor do bem-me-quer
Amadurecendo no pé
Ontem
Não tinha espinho essa flor
Por ela eu ardia em paixão
Por ela eu morria de amor
Hoje
É moça indecente
Saindo dos vinte
No cio com sede
Já transformada em mulher
Caída no chão lá do pé
Hoje
Tem tanto espinho essa flor
Que não me incendeia a
paixão
Nem desperta mais o amor.//
Música
11.296, R.Bozza.
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