A musa da seresta
Ela chegou
na seresta
Sozinha
Inebriantemente
bela
Parecia
que a orquestra
Silente
Cativa
esperava por ela
A festa
era de todos
No entanto
O encanto
Daqueles
olhos verdes
Tanto
feitiço era meu
Possessivamente
meu
Adormeci
Vencido
pela cerveja
Quando
acordei
O garçom
tirava as mesas
No ar
notei
O doce
perfume dela
Sei lá não
sei
Sonho ou
realidade.//
Música 2108, R.Bozza.
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