Os sirtes de Mirtes
Por muito
tempo
Dos
sentimentos
Da paixão
e do amor
Sortilégios
mandingas
Oferendas
patuás
De tudo isso
zombou
Sem medo
da lida
Sem medo
da sorte
Sem medo
da vida
Sem medo
da morte
E agora lá
vai ele
Tangido
qual sinuelo
Caído nos sirtes
Dos olhos
de Mirtes
Largou o
samba
A boemia
Fim da
cachaça
Com as
vadias
Escravo
dessa mulher
Sempre faz
o que ela quer
Num crente
fiel se tornou
E paga
dízimo ao pastor.//
Música 885, R.Bozza.
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