O Cupido e o poeta
Lá estava
o poeta
Sem
carinho sem ternura
Abraçado
ao violão
Uma sombra
de tristeza
Uma ponta
de amargura
No olhar
desilusão
Uma gota
dessa angústia
A rolar
caiu no chão
Tudo culpa
grande erro
Sem pensar
o Deus Cupido
De ternura
de desejo
O seu
peito transpassou
Pelo
encanto de Maria
Virgem
rosa abrindo em flor
Nem ligou
se ele já tinha
No coração
um grande amor
Hoje sofre
dividido
Entre o
Lar e a boemia
O seu
corpo é da menina
A alma da
poesia.//
Música 634, R.Bozza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário