Aquela sexta
Aquela sexta, foi deveras diferente
De fato não foi uma sexta qualquer
Eu cheguei na seresta por volta das sete
E me encantei com uma certa mulher
Uma rosa sem espinho, que floriu o meu caminho
Seus olhos sorrindo falavam, de amor para os meus
Meus olhos no cio chamavam, pra cama os seus
No rosto inocente, se via a ilusão
No corpo indecente, fervia a paixão
Aquela sexta, foi de fato diferente
Soltamos foguete em louco escarcéu
Com a gula de quem ama
Enroscados sobre a cama
Da suíte do hotel.//
Música 7288, R.Bozza.
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