Pesquisar este blog

domingo, 9 de outubro de 2011

Jóias sem valor, Nº 440


Jóias sem valor

Eu lapidei e derramei, aos pés dela
As mais lindas, poesias
Todo tesouro, que eu tinha
Meu relicário, de jóias musicais
Eu exultei e esperei, as palmas dela
Pelos aplausos, que não vinham
No chão meus versos, pareciam
Contas de vidro, sem valor e nada mais

Desilusão, é inspiração
Pra quem tem alma de poeta
Do desencanto fiz seresta 
E assim nasceu, essa canção

O tempo
Já levou tudo embora
Em meu peito
Deixou a cicatriz
Quem sabe
Onde estará agora
Se ela ri ou chora
Dessa canção
Que eu fiz.//

Música 440, R.Bozza.








Nenhum comentário:

Postar um comentário