Só espinhos
Quase sempre, meus olhos procuram os seus
Famintos sedentos, de gula cheinhos
São olhos de lobo, sutis ardilosos
São olhos de fera, no auge do cio
Raramente, seus olhos encontram os meus
Raramente, você me concede esse mel
Nesses momentos, eu agradeço o Divino
Volto a ser criança, volto a ser menino
Esqueço o tempo passado
Esqueço todos dissabores
Que no meu peito arrasado
Só restam espinhos das flores.//
Música 8159, R.Bozza.
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