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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A cor errada, Nº 418


A cor errada

Quando a minha branca, entra no samba
A gente bamba, abre a roda
Para que possa evoluir
Faz tal gingado, do salto alto
Quem não conhece, pensa que ela vai cair

A minha branca, de nascimento é alagoana
Mas ama o rio, é carioca de coração
Quando ela dança, todos encanta
É poderosa, é soberana é sensação

Da mãe herdou, a pele clara
Do pai crioulo,samba no pé
Bate pandeiro, é de capoeira
Tem preto velho e fez cabeça em candomblé

Fico pensando, fico cismando
Se houve engano quando meu amor nasceu
Acho que Deus, lhe deu a cor errada
Devia ser, negra ou mulata como eu.//

Música 418, R.Bozza.

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