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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Cautela, Nº 6364


Cautela


O poeta se encantou, com sua rara beleza
Sem cautela imaginou, que era uma princesa
E por isso a coroou, com um brinde de cerveja
Que ela era rainha, das suas noites de seresta
Dos olhares cobiçosos
Toda hora a protegia
Por nenhum ouro ou prata
Emprestava ou vendia

O poeta acordou, pra aquela falsa beleza
Com cautela observou, ela não era princesa
E por isso a destronou, Já bebido de cerveja
Ela não era rainha, das suas noites de seresta
Dos olhares cobiçosos
Já não mais a protegia
Por qualquer tostão furado
Emprestava ou vendia.//

Música 6364, R.Bozza.

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