A princesa
Lá ia rolando sem graça o brega
E eu como sempre, a curtir solidão
Aí a princesa chegou na seresta
Igual uma lua a brilhar no salão
Ela sentou, com graça e beleza
Ela me olhou com santa inocência
Ela sorriu, um branco chiclete
As pernas cruzou, com puta indecência
Abrindo as coxas, mostrou seu relevo
Meus olhos brilhavam, com fome e com sede
Sonhando em colher, uma flor desse trevo
O final dessa história, onde foi que aconteceu
Numa cama giratória, da suíte de um hotel.//
Música 4516, R.Bozza.
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