Pesquisar este blog

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

fatalidade, Nº 5283


Fatalidade


O amor, chegou ao peito do poeta
Com muita pressa
Bateu às portas do seu coração
Como ela estava aberta
Entrou sem pedir permissão
Entrou fazendo arruaça, entrou fazendo escarcéu
Porém o poeta nem viu, triste riscava o papel

O amor, saiu do peito do poeta
Nenhuma pressa
Batendo as portas do seu coração
Ensacou arco e flecha,
Cismando se um dia voltava ou não
Mundo mau, vejam só quanta ironia
Ao seu santo protetor
No final, do poema ele pedia
Pelo mel de um amor.//

Música 5283, R.Bozza.

Nenhum comentário:

Postar um comentário