Fatalidade
O amor, chegou ao peito do poeta
Com muita pressa
Bateu às portas do seu coração
Como ela estava aberta
Entrou sem pedir permissão
Entrou fazendo arruaça, entrou fazendo escarcéu
Porém o poeta nem viu, triste riscava o papel
O amor, saiu do peito do poeta
Nenhuma pressa
Batendo as portas do seu coração
Ensacou arco e flecha,
Cismando se um dia voltava ou não
Mundo mau, vejam só quanta ironia
Ao seu santo protetor
No final, do poema ele pedia
Pelo mel de um amor.//
Música 5283, R.Bozza.
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