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domingo, 10 de julho de 2011

Vestida de negro, Nº 7417


Vestida de negro

Hoje ela veio de negro, como sempre
Bem carinhosa bem amorosa, num mistério sem igual
No rosto inocente, trazendo a pureza
E uma paz celestial
Um negro quase de luto, envolvente
Um breu charmoso, audacioso
De fato sensacional
Trazendo a malícia no corpo indecente
De um calor infernal

Hoje ela veio com ele, como sempre
Em olhares fascinantes, em sorrisos delirantes
Capaz de fazer até santo pecar
Eu que não sou santo, tenho que me cuidar
Para amanhã não virar, a manchete de um jornal
Vítima autor ou pivô, de um crime passional.//

Música 7417, R.Bozza.

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