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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Má sorte, Nº 11314

Má sorte

No alto do morro
No barraco frio
O poeta chora
O poeta sofre
Em lenta agonia
Lamentando a sorte

Rosa por briga à toa
Nos claros da madrugada
Fez a mala foi embora
De valor não levou nada
Nem mesmo uma nota sequer
Só suas coisas de mulher

No alto do morro
No barraco nobre
O poeta amarga
O poeta morre
A esperar que Rosa
Se arrependa e volte

Até parece que é praga
De uma despeitada qualquer
Ah que barraco sem graça
Sem vida sem essa mulher.//

Música11.314, R.Bozza.








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